20 de abril de 2018

Arroz integral é melhor que Arroz branco?

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Vocês acham que o arroz integral é melhor que arroz branco, mas não sabem de uma coisa.

O arroz “integral” é melhor que arroz “branco”? Geralmente, a maioria pensa que sim. Mas, na verdade não. Isto é, porque o arroz integral possui maiores “nutrientes” do que o branco, ou seja, possui baixo índice glicêmico extremista, mais fibras. Muitos tratam o arroz branco automaticamente como a má fama e acaba sendo considerado como um alimento ruim para incluir na refeição em uma dieta. Porém, não, não é bem assim. Ambo representa “pequena” diferença. 

Vejam os seguintes e comparem os nutrientes entre eles: 

100 gramas de arroz INTEGRAL contêm: Calorias 124 kcal, proteína 2,6g, carboidrato 25g, fibras 2,7g, magnésio 59mg, fósforo 106mg, ferro 0,3mg, potássio 75mg, zinco 0,7mg; 

100 gramas de arroz BRANCO contêm: Calorias 128 kcal, proteína 2,5g, carboidrato 28g, fibras 1,6g, magnésio 2mg, fósforo 18mg, ferro 0,1mg, potássio 15mg, zinco 0,5mg; 

 Entendemos que, resumidamente, o arroz branco contém um baixo índice glicêmico, ou seja, conceituadamente, o branco provoca uma elevação menor de açúcar no sangue que o integral. Mas, não significa que o arroz integral faça mal à saúde, mas pensando bem, comparado ao arroz branco, ele realmente tem desvantagens. 

 O arroz branco é simplesmente o arroz integral “sem casca”, onde alguns nutrientes e fibras são perdidos durante o processamento. Mas, isto não quer dizer que o arroz branco é o equivalente ao açúcar refinado da família dos grãos. Ele possui os mesmos nutrientes, mas em menor quantidade e quanto ao índice glicêmico – o principal motivo do arroz integral ser escolhido – a diferença não é muito grande também. Enquanto o arroz integral possui um índice glicêmico estimado de 22 (em uma escala que vai até 250), o arroz branco possui 29. A diferença diminui ainda mais se você consome arroz em apenas uma ou duas refeições por dia em conjunto de proteína e vegetais, fazendo com que a digestão seja lenta. 

O que estamos querendo dizer é que não existe um abismo entre o arroz branco e o integral como as pessoas tendem a pensar. Se por algum motivo você prefere o arroz branco acima do integral e não é um fisiculturista que depende unicamente do arroz como fonte de carboidratos, sinta-se livre para incluí-lo em sua dieta sem maiores pesos na consciência. 

 Enfim, na minha humilde opinião, a maior verdade é o seguinte, equilibre a alimentação entre os dois tipos, consuma o mínimo possível de doces, frituras, gorduras ruins, refrigerantes e entre outros… e principalmente treine muito e pesado, porém de forma correta. Inclua a corrida em sua rotina, e para o abdômen faça abdominais com disciplina e sem desanimar. Acredite, você terá um ótimo resultado. O resto é tudo muito relativo e pouco conclusivo. Cada um tem uma necessidade e estilo de vida, não há milagre!

24 de fevereiro de 2018

As alavancas e o corpo humano

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Movimentos de flexão e extensão



Os movimentos de flexão e extensão são encontrados em quase todas as articulações sinoviais, ou completamente móveis, do corpo, incluindo artelhos, tornozelos, joelhos, quadril, tronco, ombro, cotovelo, punho e dedos. A flexão faz com que haja diminuição do ângulo relativo dos segmentos, ou seja, aproximação dos segmentos. Já a extensão faz com que haja aumento do ângulo relativo.



Movimentos de adução e abdução

Os movimentos de adução e abdução não são tão comuns quanto à flexão e à extensão, e ocorrem somente nas articulações metatarsofalângicas, do quadril, do ombro, do punho, e metacarpofalângicas. A abdução é o movimento para longe da linha média do corpo ou do segmento. Já a adução é o movimento de aproximação da linha média do corpo ou dos segmentos. 



Movimentos de rotação interna e rotação externa

As rotações podem ser tanto mediais, também chamadas de internas quanto laterais, também chamadas de externas. Como a linha média atravessa os segmentos do tronco e da cabeça, as rotações nesses segmentos são descritas para a esquerda e para a direita a partir da perspectiva de quem realiza. 

Além desses movimentos, existem termos especializados. Segundo Hamill e Knutzen (1999), essas denominações são para as regiões do tronco, escápula, antebraço, coxa, braço, e pé.

A flexão lateral direita e esquerda é um movimento que se aplica apenas ao movimento da cabeça e do tronco. A cintura escapular tem nome de movimento especializado que pode ser descrito observando-se o movimento das escápulas. O levantamento das escápulas é denominado elevação enquanto que o movimento contrário é denominado depressão. Se as escápulas se movem afastando-se uma da outra, o movimento é denominado protação ou abdução. 

O movimento de retorno das escápulas é chamado de retração ou adução. Além disso, as escápulas podem fazer rotação para cima, no sentido da base da escápula se afastar do tronco e a borda superior move-se no sentido a aproximar-se do tronco. Este movimento denomina-se rotação para cima, e sua volta rotação para baixo. 

No braço e na coxa, as combinações de flexão e adução são denominadas de adução horizontal, e as combinações de extensão e abdução são denominadas de abdução horizontal. Ambas as denominações são realizadas com os membros de forma horizontal ao solo, sendo que a adução aproxima-se da linha média do corpo e a abdução afasta-se da linha média do corpo.

No antebraço, os movimentos de pronação e supinação ocorrem com a sobreposição do rádio sobre a ulna. A supinação é o movimento no qual a palma da mão é voltada para a frente (como na região anatômica de referência), e a pronação, as palmas devem estar voltadas para a parte posterior do corpo. Estes movimentos também podem ser chamados de rotação externa (supinação) e rotação interna (pronação).

No punho, o movimento em direção ao polegar é denominado desvio radial, e em direção ao dedo mínimo é denominado desvio ulnar. Nos pés, os movimentos de flexão e extensão são especializados para flexão plantar  2 dorsiflexão e flexão plantar, respectivamente. Além disso, o pé apresenta outro grupo de movimentos especializados chamados de inversão e eversão, que ocorrem nas articulações intertársicas e metatársicas. 

A inversão do pé ocorre quando a borda medial do pé levanta de modo que a sola do pé vira-se para dentro em direção ao outro pé. Já a eversão é o movimento oposto do pé quando a sola vira-se para fora. 

E finalmente a circundução, que pode ser realizado por qualquer articulação que tenha o potencial em mover-se em duas direções, de modo que se realize um movimento circular. 

Para definir os movimentos das articulações e segmentos e para registrar a localização no espaço de pontos específicos no corpo, é necessário um ponto de referência (SMITH, WEISS e LEHMKUHL, 1997). Hall (2000) indica que a terminologia especializada é necessária, pois é capaz de identificar com exatidão a posição e direções corporais. 

Ao se estudar as várias articulações do corpo e analisar seus movimentos, se convencionou caracterizar de acordo com planos específicos de movimento (THOMAS e FLOYD, 2002). Hamill e Knutzen (1999) e Hall (2000) relacionam a descrição do movimento por meio de um sistema de planos e eixos. Para tanto, três pontos imaginários são posicionados pelo corpo em ângulos retos de modo que façam intersecção no centro de massa do corpo ou centro de gravidade do corpo. O movimento é dito como ocorrendo em um plano específico se estiver ao longo desse plano ou paralelo a ele. Existem três tipos de planos, sendo eles plano sagital, plano frontal e plano transverso.


                                                                                                                    
Definições dos planos anatômicos de referência

Plano sagital: também conhecido como plano anteroposterior bissecciona o corpo em metade direita e metade esquerda.
Plano frontal: também denominado plano coronal, bissecciona o corpo nas metades anterior e posterior.
Plano transverso: também denominado plano horizontal, bissecciona o corpo nas metades superior e inferior.


Se o profissional pedir um espacate para seus alunos, este poderá ser realizado tanto no plano sagital, realizando extensão e flexão do quadril, quanto no plano frontal, realizando uma abdução.

Estas diferenças começam a dar indícios de que os movimentos devem ser analisados e descritos com cuidado, mesmo que alguns autores costumem relacionar os movimentos aos diferentes planos no sentido de dizer que no sagital há movimentos de flexão e extensão, no frontal há movimentos de abdução e adução e no transverso, há movimentos de rotação.

Estas informações são corroboradas quando o indivíduo sai da posição anatômica de referência. Por isso, não se deve convencionar que no plano sagital são realizados apenas movimentos de flexão e extensão, no plano frontal apenas movimentos de adução e abdução, e no plano transverso apenas movimentos de rotação interna e externa.
Os mesmos autores indicam que quando um segmento do corpo humano se movimenta, ele roda ao redor de um eixo imaginário de rotação que passa por meio de uma articulação à qual está ligado.  4

Existem três tipos de referência para descrever o movimento humano, e cada um deles é orientado 4perpendicularmente a um dos três planos de movimento. O eixo frontal, também conhecido como eixo transversal, é perpendicularmente ao plano sagital. 

A rotação no plano frontal se processa ao redor do eixo sagital ou eixo anteroposterior. A rotação no plano transversal ocorre ao redor do eixo longitudinal ou eixo vertical. É importante reconhecer que cada um destes três eixos está sempre associado com o mesmo e único plano – aquele ao qual o eixo é perpendicular.

De forma geral, para analisar o movimento, a dica é observar o mesmo no sentido do seu eixo, ou ainda perpendicular ao plano.

De qualquer forma, movimentos esportivos demandam análises mais cuidadosas, principalmente por não estarem em apenas um plano. 5

ALAVANCAS

Uma alavanca é uma barra rígida que gira em torno de um ponto fixo quando uma força é aplicada para vencer a resistência.
Uma quantidade maior de força ou um braço de alavanca mais longo aumentam o movimento de força.
Há três classes de alavancas, cada uma com uma função e uma vantagem mecânica diferente.
Diferentes tipos de alavancas também podem ser encontradas no corpo humano. No corpo humano, a força que faz com que a alavanca se mova, na maioria das vezes e muscular. A resistência que deve ser vencida para que o movimento ocorra, inclui o peso da parte a ser movida, gravidade ou peso externo. A disposição do eixo em relação à força e a resistência vão determinar o topo de alavanca.

CLASSE DAS ALAVANCAS


Alavanca de Primeira Classe:  O eixo (E) está localizado entre a força (F) e a resistência ( R).

Alavanca de Segunda Classe: O eixo (E) em uma das extremidades, a resistência ( R) no meio e a força (F) na outra extremidade.

Alavanca de Terceira Classe: Tem o eixo numa das extremidades, a força no meio, a resistência na extremidade oposta.

A alavanca de 3ª classe é a mais comum das alavancas do corpo. Sua vantagem é a extensão do movimento.

O TORQUE

Se for exercida uma força sobre um corpo que possa girar em torno de um ponto central, diz-se que a força gera um torque. Como o corpo humano se move por uma série de rotações de seus segmentos, a quantidade de torque que um músculo desenvolve é uma medida muito proveitosa de seu efeito.

Para empregar o valioso conceito de torque, devem-se compreender os fatores relacionados à sua magnitude e as técnicas para seu cálculo. A magnitude de um torque está claramente relacionada à magnitude da força que o está gerando, mas um fator adicional é a direção da força em relação à posição do ponto central. A distância perpendicular do pivô à linha de ação da força é conhecida como braço de alavanca da força. Um método para calcular o torque é multiplicar a força (F) que gerou pelo braço de alavanca (d).

T = F x d 



24 de setembro de 2017

Suplementos Pré-Treinos

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Olá, tudo bom? Espero que sim. Nova postagem sobre alguns suplementos incríveis, venha conhecer mais um pouco sobre eles.

ASSAULT



O ASSAULT da Muscle Pharm foi eleito com índice de 98% de aprovação pelos consumidores mais exigentes do mundo, como o melhor Óxido Nítrico – Pré-treino de 2010 e 2011
• Permite aos usuários treinar mais duro e por mais tempo.
• Permite uma recuperação mais rápida.
• Aumentar o meio anabólico e a resposta ao treino.
• Aumenta a entrega de nutrientes para do que os músculos trabalhem melhor.
• Aumenta a saturação de oxigênio.
• Aumenta o fluxo sanguíneo, melhorando a oferta de nutrientes.
• Aumenta a produção de energia.
• Melhora a concentração mental.


PREÇO DE VENDA: R$ 200,00 
PREÇO CONCORRÊNCIA: R$ 214,90 CP - R$ 214,90 NS

CREATINA



Função: É um suplemento alimentar, composto a partir de 3 aminoácidos – Glicina, Arginina e Metionina. Como principais funções têm-se: aumento de volume e força muscular, adia a sensação de fadiga, oferece mais explosão muscular, o que é interessante em esportes de curta duração.
A creatina é um dos suplementos mais utilizados ao redor do mundo.
A Creatina é um aminoácido que ocorre naturalmente em humanos e também é consumida na dieta. Atua no estoque de energia que os músculos e os outros tecidos necessitam. Quando consumida adequadamente como creatina exógena, faz com que os estoques musculares de creatina se tornem mais elevados, assim como os seus derivados: fosforilado e a fosfocreatina. Oferece o aumento desses estoques, oferecendo benefício terapêutico, prevenindo depleção de ATP, estimulando a síntese de proteína ou reduzindo sua degradação.
BENEFÍCIOS
• Produto destinado a complementação os estoques endógenos de creatina
• Melhora os níveis de energia
• Auxilia na hipertrofia muscular
• Complementa os estoques endógenos de creatina

PREÇO DE VENDA: R$ 75,00
PREÇO DA CONCORRÊNCIA: R$ 89,00

WHEY PROTEIN
A Proteína do Soro do Leite (Whey Protein) é um nutriente essencial que seu corpo precisa diariamente. Whey protein é uma fonte de proteína de alta qualidade e é facilmente digerida. É também uma fonte rica de aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA), incluindo a leucina, isoleucina e valina. Adicionando a proteína de soro de leite à sua ingestão diária, oferece muitos benefícios nutricionais.

Benefícios do Whey Protein aos desportistas

- Síntese protéica no músculo esquelético: em função da fácil digestão e rápida absorção do whey protein, a concentração plasmática de muitos aminoácidos eleva-se, com destaque para a leucina, principal aminoácido envolvido no estímulo à síntese de proteínas no sangue e nos tecidos, dentre eles o muscular. Dessa forma, o consumo de whey protein, imediatamente, após o treino favorece a recuperação, bem como a síntese protéica muscular, contribuindo para o incremento da massa magra.
Além disso, o consumo deste suplemento também estimula a secreção de insulina, um hormônio de ação anabólica, que permite a entrada de aminoácidos na célula muscular com mais facilidade, favorecendo a formação de tecido (aumento da massa muscular) e reduzindo o catabolismo protéico. Esta redução no catabolismo também se atribui ao aumento na concentração de BCAA, ocasionada pelo consumo das proteínas do soro. Pesquisa publicada no The Journal of Nutrition demonstrou que a concentração plasmática de aminoácidos essenciais, principalmente os BCAA, duplicou após 20 minutos decorridos o consumo de uma solução contendo whey protein. Um estudo publicado no International Journal of Sport Nutrition and Exercise Metabolism demonstrou que a suplementação com whey protein e leucina favoreceu o aumento de força e o incremento de massa magra. 

21 de setembro de 2017

Estudo do Microscópio

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Resultado de imagem para microscopio desenho robert hooke


Definição: A microscopia é a ciência que estuda e realiza aplicações utilizando o microscópio para observar objetos, células entre outros, com dimensões invisíveis a olho nu, ou seja, um instrumento óptico que faz o uso de refração da luz oriunda das series de lentes dotadas, ou não, de fritos multicoloridos, para ampliar estruturas invisíveis a olho nu. É constituído por uma parte óptica para ampliação das imagens, para suportar o sistema óptico e realizar a focagem das células, etc.

Desenvolvimento: Em meados de 1590, Hans Jassen e seu filho Zacharias desenvolveram a ideia de combinar duas lentes simples convergentes: objetiva e ocular, para o aumento dos objetos mais pequenos, com isso, eles criaram o primeiro microscópio. 

No início o instrumento era utilizado para lazer, porém, posteriormente no século XVII houve um grande interesse pelo microscópio. Na geração seguinte, o desenho básico foi modificado devido à instabilidade do sistema lateral de sustentação, um tripé de apoio passou a ser utilizado. 
Por volta de 1650, Robert Hooke, fabricou um microscópio óptico composto (m.o.c) bastante aperfeiçoado para observar um pedaço de cortiça, mais tarde chamado de célula. Entretanto, devido a problemas com as lentes deste m.o.c, o holandês A. 
Leeuwenhoek criou um m.o simples de apenas uma lente. No século XIX, os fabricantes desenvolveram novas técnicas utilizando espelhos curvos para melhorar a focagem desse instrumento. Finalmente, em 1880 os microscópicos ópticos atingiram a resolução de 0,2 micrometros. Atualmente, há técnicas de observação bastante avançadas. 
Os novos modelos possibilitam regulagens de extrema precisão no foco e na ampliação das imagens, como os microscópios eletrônicos, inventados no ínicio dos anos 30 do século XX, pelo alemão Ernest Ruska. Estes microscópios ultrapassam os limites imaginados pelos cientistas do século XVI, e hoje os microscópios são capazes de observar um átomo, pois estes utilizam feixes de elétrons e lentes eletromagnéticas no lugar da luz e das lentes de vidro, fazendo com que tenhamos uma ampliação de até um milhão de vezes.


Partes do microscópio: 




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